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Janeiro
VIDA
DE CARAMUJO
Esqueça
os destinos pré-estabelecidos,
as reservas antecipadas
e os horários inflexíveis.
Viajar com uma casa motorizada
oferece liberdade e faz
a gente pensar no que
é essencial para
viver.
“Minha
vida é andar por
esse país, pra
ver se um dia descanso
feliz. Guardando as recordações
das terras onde passei,
andando pelos sertões,
e dos amigos que lá
deixei.” Podemos
começar a viagem
ao som de Luiz Gonzaga.
O destino não importa,
pois pode mudar a qualquer
momento. O que interessa
são os pequenos
acontecimentos que surgem
durante a jornada –
que tem começo,
mas não precisa
ter fim. Vamos falar de
viver viajando, morar
na estrada, colocar a
casa para rodar ou qualquer
outra expressão
que você prefira
para descrever o encanto
que é sair por
aí em um trailer
ou motor home.
No clássico beatnik
On the Road, o escritor
Jack Kerouac conta suas
viagens atravessando os
Estados Unidos, do Atlântico
ao Pacífico, em
poucos dias no fim da
década de 40. “Eu
sabia que na estrada,
em algum lugar, a pérola
me seria ofertada”,
escreveu Kerouac. Em busca
dessa pérola, cerca
de 6 mil pessoas rodam
pelo Brasil experimentando
a sensação
de andar em casas motorizadas.
É
bem diferente essa vida
de caramujo. A sensação
de liberdade é
multiplicada, porque você
tem uma mobilidade muito
maior. Para quem pega
a estrada com um trailer
não existem reservas,
horários, hotéis,
aeroportos. Na praia,
na montanha, em uma pequena
cidade perdida no interior
do país, você
está sempre em
casa – com cama
de casal, banheiro com
chuveiro quente, fogão,
geladeira, microondas,
TV. Também não
é preciso comer
em restaurantes, você
pode fazer sua própria
comida. Dá para
levar bicicleta, moto,
prancha de surfe, cachorro.
Tem gente que leva até
o carro a reboque. “Não
sinto falta do meu colchão,
da cama da minha casa.
Levo minha cama comigo”,
diz Fana Leal, que há
seis meses viaja pelo
Brasil com o marido Ivus,
em um motor home.
Ah,
sim, vamos logo esclarecer
a diferença: o
motor home parece um ônibus,
em que motor e “casa”
ficam juntos; trailer
é o que vem separado
e a gente reboca com o
carro. Tanto um quanto
o outro soam pouco convencionais
por aqui, mas em outros
países é
bastante comum viajar
nessas engenhocas. Nos
Estados Unidos, existem
4 milhões desses
veículos rodando.
Na Europa, mais de 1 milhão.
Surgiram no início
do século passado,
quando motoristas americanos
modificavam seus carros
para passeios no campo.
Na década de 60,
com preços mais
acessíveis, as
vendas explodiram. O escritor
americano John Steinbeck
viajou pelos Estados Unidos
em um caminhão
adaptado nessa época
e fez um livro sobre a
experiência, Viagens
com o Charley. Durante
a jornada, ele escreveu
para sua mulher contando
que era muito fácil
se aproximar das pessoas
porque todos adoravam
o caminhão e queriam
conhecê-lo por dentro.
O
casal Fana e Ivus é
testemunha de que, no
Brasil, a curiosidade
segue até hoje.
Os dois não aparecem
desde abril em sua residência
fixa, na cidade baiana
de Paulo Afonso. Já
passaram por Sergipe,
Espírito Santo,
Minas Gerais,Mato Grosso.
Conheceram lugares paradisíacos
como Bonito e as chapadas
dos Veadeiros e dos Guimarães.
Professor aposentado,
Ivus diz que o motor home,
comprado em 2001, foi
a forma que o casal encontrou
para alongar a vida de
uma forma mais prazerosa.
Pelo caminho, ele se diverte
assustando meninos de
pequenas cidades que ficam
intrigados com a chegada
de um veículo tão
fora do comum. “Quando
perguntam o que tem dentro,
digo que levo um monte
de defuntos empilhados.”
Primos
dos campistas
A dupla representa bem
essa tribo rodante. São
casais acima dos 45 anos,
com filhos já crescidos
e estabilizados financeiramente.
Muitos são aposentados.
Primos-irmãos da
tribo dos campistas, eles
também são
amantes de natureza e
prezam a informalidade
e o conforto. As roupas
são simples –
claro, eles estão
sempre em casa. Gostam
de ver o pôr-do-sol,
admirar as noites, ouvir
passarinho.
Costumam dormir em campings,
só que com uma
vantagem considerável
sobre a turma da barraca:
não precisam cumprir
a tarefa chata de montar
e desmontar tudo. Também
podem pernoitar em praias,
praças e em qualquer
lugar que pareça
seguro, como postos de
gasolina.Nos postos, por
sinal, mantêm contato
com os caminhoneiros,
que servem de anjos da
guarda. Os profissionais
dão dicas sobre
rotas, condições
das estradas, bons locais
para dormir. Muitas vezes,
o que começa como
simples troca de informação
acaba em amizade.
Viajar
diverte, ensina, transforma.
Por isso, sair rodando
com a casa nas costas
é uma experiência
única, ideal para
quem deseja um encontro
consigo mesmo, sem nenhum
outro compromisso. É,
falta de compromisso é
bem a expressão
para este caso.Muda-se
de itinerário em
um piscar de olhos,sem
o menor problema. É
só virar o volante.
Não há a
preocupação
com reservas. Nada de
horários definidos.
“Você
estaciona à beira-mar
e está em sua casa
de praia. Seu conforto
continua o mesmo”,
diz Luiz Edgar Tostes,
que comprou seu primeiro
trailer em 1972, em uma
das séries pioneiras
fabricadas no Brasil.
“Tinha dois beliches
e dois sofás que
se transformavam em camas.
Viajei durante dez anos,
às vezes com até
nove pessoas, entre filhos
e seus amiguinhos. Conhecemos
o litoral brasileiro de
Natal até o sul
e chegamos a Punta del
Este.”
Ninguém
se iluda achando que,
de fato, o conforto de
circular em uma casa motorizada
é o mesmo de estar
em uma casa de verdade.
Para alguns, o pouco espaço
e a convivência
próxima com os
companheiros de viagem
podem sugerir uma experiência
parecida com um Big Brother
em uma casa de bonecas.
Parece piada, mas o assunto
já rendeu até
filme, o argentino Família
Rodante, que está
para estrear no Brasil
e junta 12 parentes a
bordo de uma casa construída
em cima de um Chevrolet
Viking 1952.
Agora,
também dá
para considerar a economia
de espaço uma grande
vantagem. “Você
aprende a só levar
o essencial”, diz
o carioca Jorge Barreto,
que passa oito meses por
ano na estrada ao lado
da mulher, Atianaira,
em seu chamativo motor
home vermelho, com que
já conheceu muitos
cantos do Brasil e agora
pretende ir ao México.
Ou seja, essa questão
prática ajuda a
gente a se conhecer melhor,
percebendo o que realmente
importa e convidando a
se desapegar do que é
supérfluo. Também
serve de estímulo
a se abrir para o mundo,
em lugar de se refugiar
num cantinho fechado.
Nesse
sentido, viajar em uma
casa motorizada é
descomplicar a vida. “Fica
tudo bem mais simples”,
diz Luiz Alberto da Silva,
diretor de imagem da Rede
Globo, que no tempo de
folga costuma sair sem
destino certo, para decidir
no caminho. A experiência
também ajuda a
fazer amizades menos seletivas.
“Raramente você
sabe o que a pessoa que
acabou de conhecer faz
ou os bens que ela tem”,
diz Luiz Tostes. Ele explica
que as conversas costumam
girar em torno de relatos
de viagem, equipamentos,
locais a serem visitados
e esportes, e a informalidade
faz com que as diferenças
sociais não apareçam.
Luiz,
que viaja nesses veículos
há mais de 30 anos
e é diretor da
Associação
Brasileira de Campismo,
diz que mesmo depois de
tanto tempo a estrada
ainda oferece surpresas
em suas viagens. “Sempre
aparecem locais que ainda
não conhecemos,
mas que valem uma visita”,
afirma.
Como
começar
Parece tentador, mas onde
é a porta de entrada
da casa de caramujo, quer
dizer, como é que
se começa nesse
mundo tão particular?
Bom, a maneira mais fácil
talvez seja ter um conhecido
que convide para uma experiência.
Também há
a possibilidade de alugar
um, para ter o gostinho
antes de comprar. No caso
dos motor homes, você
vai pagar uma diária
de uns 500 reais, que
inclui o motorista –
um convidado obrigatório
pelas regras das empresas
do setor. Comprar um usado
custa a partir de 45 mil
reais.Um novo sai entre
100 mil e 200 mil reais.
Para dirigir motor home
é preciso ter carteira
de habilitação
da categoria D, mas não
chega a ser um grande
mistério. É
só se acostumar
com as dimensões
tamanho-família
e tomar alguns cuidados
com velocidade, distância
de frenagem e ultrapassagens.
Furgões tipo Sprinter,
daqueles menores e usados
em entregas urbanas, são
mais fáceis de
manobrar e abrigam com
facilidade um casal. Os
trailers, por sua vez,
exigem habilitação
de categoria E. Na hora
de parar por mais tempo,
os campings são
uma boa opção
por oferecerem pontos
de água e de luz,
sinônimo de conforto
que pode durar indefinidamente.
As
casas motorizadas significam
viagens mais econômicas.
Nos Estados Unidos, botar
o pé na estrada
de trailer ou motor home
é 42% mais barato
que viajar de carro, hospedando-se
em hotéis e freqüentando
restaurantes, segundo
pesquisa da Universidade
de Michigan. No Brasil,
as pessoas com quem conversei
disseram gastar um terço
do que custaria uma viagem
convencional. Outra vantagem:
na pesquisa norte-americana,
quase todos os proprietários
que são pais disseram
que é o melhor
meio de viajar com os
filhos.
Para
aumentar sua vontade de
experimentar, imagine
que andar com a casa nas
costas pode até
mudar sua maneira de olhar
a vida. Quem roda de trailer
ou motor home sabe que
mais importante que o
destino final é
o que se vive pelo caminho.
Fonte:
Revista Vida Simples /
Ed. Abril / Dez 2005
|
Fevereiro
| Pedágio:
Mudança no procedimento
de cobrança
para Motohome rebocando
outro veículo.
Esta
informação
interessa a todos
proprietários
de Motor Homes e que
em alguma viagem já
tenham tido o mesmo
problema que eu: pagar
pedágio nas
praças administradas
pela CONCEPA (FreeWay,
BR 290 saída
POA p/ Rio Grande,
BR 116 - Vacaria)
equivalente a 4 eixos
de onibus quando transitar
rebocando um veículo,
quando nos demais
pedágios, mesmo
no RS, PR e SP se
paga o motor home
como oníbus
ou caminhao + a tarifa
correspondente do
auto que está
sendo rebocado.
No
dia 30 de setembro
de 2005, Waldercy
Parreira enviou o
seguinte e-mail a
Ouvidoria da "Agência
Nacional de Transportes
Terrestres" (ANTT):
Sempre
que viajo ao Rio Grande
do Sul me incomodo
com as Praças
de pedágio
administradas pela
CONCEPA, seja na FreeWay
(BR290), seja na BR
116 (Eldorado do Sul)
ou BR116 (Vacaria).
O que ocorre é
que sempre viajo com
um Motor Home rebocando
um auto. Nestas praças
sempre me cobram a
tarifa correspondente
a um Onibus de 4 eixos
e nao a de um Onibus
de 2 eixos mais a
tarifa de um Auto.
Já questionei
várias vezes
e sempre me explicam
que o regulamento
da ANTT é assim.
Ora, isto nao pode
ser verdade pois em
todos os outros pedágios
do RS, PR e SP, administrados
por outras concessionárias,
inclusive na própria
BR 290 no sentido
a Uruguaiana (Pantano
Grande) me cobram
em separado os dois
veículos.
Gostaria de obter
explicaçoes
sobre isto. Cobrar
um auto como sendo
2 eixos de um onibus,
só pelo fato
de estar sendo rebocado,
NAO É NADA
SENSATO.
Será que é
só pelo fato
de terem "preguiça"
de fazerem dois registros
.
Aguardo esclarecimentos.
Saudaçoes
Waldercy Parreira
A
resposta da Ouvidoria
da "Agência
Nacional de Transportes
Terrestres" (ANTT),
veio no dia 27 de
Janeiro de 2006 com
o seguinte esclarecimento:
A
CONCEPA se pronunciou
por meio de correspondência
protocolada com o
nº 50500.083312/2005-09,
em 22/12/2005. Essa
informou que passará
a classificar os veículos
separadamente, apesar
de criar uma anomalia
de classificação,
por entender que assim
haverá benefício
ao usuário.
|
|
Abril
Denatran
libera uso do engate
fixo em veículos
|
A
Câmara Temática
de Assuntos Veiculares,
do Denatran (Departamento
Nacional de Trânsito),
decidiu não
proibir o uso de
engates fixos nos
veículos.
A informação
foi divulgada por
representantes de
trabalhadores e
fabricantes.
A decisão,
conhecida na noite
de quinta-feira
(30), foi resultado
de um consenso entre
os seus 13 membros
votantes e foi considerada
uma vitória
por trabalhadores
do setor.
Segundo o sindicato
que representa trabalhadores,
haverá uma
norma para regulamentar
o uso do engate,
mas sem alterar
as características
do equipamento.
Reportagem
publicada pela
Folha no mês
passado mostrava
que o governo
Lula analisava
uma legislação
para proibir os
engates fixos.
Eles viraram moda
no país
por razões
estéticas
ou para proteção
contra pequenas
batidas, principalmente
na hora de estacionar.
A avaliação
era que a utilização
inadequada do
dispositivo, sem
a finalidade de
reboque, tem agravado
as conseqüências
de acidentes --por
exemplo, machucando
pedestres.
Nesta sexta-feira,
a reportagem não
conseguiu, por
telefone, contato
com o Denatran
para comentar
o caso.
Fonte:
Folha de S.Paulo
IMPROVISO RESULTA
EM GRANDE SUCESSO
Assim classificamos
o 5º Encontro
de Campismo realizado
em Foz do Iguaçu,
no período
de 10 a 16 de
Abril de 2006.
Introdução:
“Nenhum
caminho é
longo demais quando
um amigo nos acompanha”.
(Autor desconhecido).
A Associação
de Campistas da
Costa Oeste de
Paraná
realizou na Semana
da Páscoa
com grande sucesso
o 5º Encontro
em Foz do Iguaçu.
Apesar do curto
espaço
de tempo que tivemos
para divulgar,
e também
para improvisar
um programa que
pudesse agradar
a todos os amigos,
conseguimos esse
intento, com a
ajuda dos próprios
campistas que
não mediram
esforços.
Todos participaram
e deram brilho
a tudo que acontecia,
e é claro
que tivemos uma
grande participação
da Prefeitura
Municipal através
dos Secretários
Sr. Sergio Lobato,
do Turismo e Assuntos
Internacionais,
do Sr. André
Alliana, da Secretaria
do Meio Ambiente,
do Sr. Nilton
de Nadai, Chefe
de Gabinete do
Prefeito, do Sr.
Nilson Brecher,
Diretor de Parques
e Jardins, do
Sr. Ademar, e
do Sr. Jair dando
apoio dentro do
Balneário.
Também
não podemos
esquecer, que
quem sempre esteve
presente como
nossa guardiã,
e dos nossos equipamentos,
foi a bem montada
Guarda Municipal
que com seu guardas
sempre estiveram
alertas, dia e
noite.
Também
contamos com a
presença
do Prefeito Municipal
Sr. Paulo Mcdonald
que participou
junto conosco
em uma confraternização
entre administração
municipal, e campistas,
acontecimento
este que foi realizado
na noite de quarta
feira (dia 12.04.2006),
quando as Secretarias
se reuniram e
ofertaram para
os campistas um
grande jantar
à base
de linguicinha
na brasa, pão,
saladas e cerveja
à vontade.
Esse programa
foi muito bem
organizado pela
professora Marli,
a qual desde já
agradecemos.
Para
surpresa nossa,
fomos brindados
com uma apresentação
de um conjunto
Paraguaio composto
de 8 (oito) músicos
com instrumentos
musicais que tanto
gostamos como
Harpas, Violões,
Clarinetes, e
outros, conjunto
este que tocava
para nós
aquilo que todos
gostam, Boleros,
músicas
Guaranis, canções
latinas muito
românticas.
Além das
refeições
que foram servidas,
carreteiro, sopões,
e outros, tudo
no sistema conhecido
como (rachide)
pratos estes que
foram preparados
pelos amigos Valdemar,
Haroldo e Aurélio
de Santa Catarina.
Que bom que vocês
também
vieram.
Tivemos
também
um grande Café
Colonial preparado
pelas senhoras
da Associação
Costa Oeste. Este
Café foi
servido no Sábado
à noite,
com grande número
de campistas participando.
Também
houve música
ou vivo apresentada
pelos próprios
campistas, Tecladista
Vermelho, e o
Sanfoneiro Carli,
que deram um show.
(...muitas palmas)
.Certamente nesse
encontro de alegria,
foi possível
fortalecer ainda
mais os nossos
laços de
amizade. Obrigado
a todos.
Por
fim informamos
ainda, que devido
o grande sucesso
deste Encontro
*, que atingiu
o nº de 89
(oitenta e nove)
equipamentos,
quando se era
esperado 20 a
30, e tendo em
vista que todo
encontro foi acompanhado
pela imprensa
local, e as notícias,
fomos informados
pelo Sr. Prefeito
municipal, que
podemos repetir
este encontro
no próximo
ano, com a promessa
de grandes melhorias
no Balneário
para que nós
tenhamos mais
conforto e bem
estar, com um
grande parque
de estacionamento
para este tipo
de Equipamento,
que são
os Trailers, e
Motor- Homes,
pois até
então não
se tinha pensado
neste tipo de
equipamento que
está em
franco crescimento
no Brasil.
Em
nome da nossa
Associação
de Campismo Costa
Oeste, queremos
sempre apresentar
e dar aos nossos
companheiros de
camping, tudo
o que a de melhor
e de bom na nossa
região,
pois devido à
geografia da região
somos ricos de
locais maravilhosos.
Vontade é
o que não
falta. Até
o próximo
encontro!
Visualizar
o nosso encontro*,
de sucesso, que
foi noticia em:
http://www2.fozdoiguacu.pr.gov.br/Portal/Noticias/
wfrmVisualizaNoticia.aspx?IdPagina=10&IDNoticia=21121
Um abraço
a todos.
Brasil, 20 de
abril de 2006.
Associação
Costa Oeste de
Campismo –
ACCOP –
Capitão
Trabuco - Presidente
|
Junho
CCB:
40 anos de amor
pelo campismo
O
CCB comemora 40
anos no neste mês
de julho e tem muitas
razões para
comemorar. O sonho
idealizado por um
grupo de 100 fundadores
se concretizou,
transformando o
Camping Clube do
Brasil na maior
empresa de campismo
do país,
com 39 campings
próprios
e 9 homologados,
sempre à
disposição
dos cerca de 20
mil associados.
Fundado
no dia 07 de julho
de 1966 por uns
poucos excursionistas,
pescadores e aventureiros,
tendo como líder
o arquiteto Ricardo
Menescal, o CCB
começou com
um convênio
com o antigo Clube
dos 500 e com a
compra de um pequeno
terreno em Cabo
Frio.
Em
1972 foi realizada
a primeira eleição
para os representantes
do Clube que, desde
aquela época,
se preocupam em
manter um padrão
de qualidade no
atendimento em todos
os campings da rede.
A
área administrativa
também conta
com uma grande infra-estrutura
operacional. Todos
os cadastros, o
controle dos pagamentos,
a contabilidade
e o endereçamento
foram informatizados
desde cedo para
melhor atender aos
associados. Para
isso, também
foi criado o informativo
mensal "O Campista",
com dicas, notícias
e classificados,
que começou
a circular em março
de 1973.
O
CCB abrange ao todo
12 estados, fazendo
a interligação
de Norte a Sul do
país. Bahia,
Espírito
Santo, Goiás,
Minas Gerais, Paraíba,
Paraná, Rio
de Janeiro, Rio
Grande do Norte,
Rio Grande do Sul,
Santa Catarina,
São Paulo
e Sergipe são
os integrantes da
rede.
A
integração
com a natureza nos
campings é
saudável
para crianças,
adolescentes, adultos
e idosos, que, com
tantas opções
oferecidas pelo
clube, podem escolher
entre serra e praia.
O campismo representa,
portanto, uma importante
atividade turística
do país,
mesmo com algumas
adversidades e restrições
que enfrenta por
ser uma atividade
essencialmente de
lazer, direcionada
em maior parte à
classe média
brasileira.
Hoje
sabemos que o CCB
não é
somente um clube,
mas uma grande família,
onde amizades são
feitas e muitas
festas são
realizadas, sempre
com total descontração
e união dos
campistas. O amor
pelo campismo une
a todos e, continuando
assim, será
fácil melhorar
para satisfazer
as pessoas que fazem
parte dessa família
e os que ainda irão
fazer.
|
Sai
a regulamentação
para uso de engate
| O
Contran (Conselho
Nacional de
Trânsito)
divulgou hoje
a regulamentação
de uso de reboque
em automóveis.
Criticado por
uns e amado
por outros,
a peça
é motivo
de polêmica
desde que começou
a ser usada
para um fim
diferente daquele
para o qual
foi concebida.
Em vez de se
prestar ao reboque
de carretinhas
ou outros tipo
de veículos,
o engate traseiro
vinha saindo
de concessionárias
e lojas como
um protetor
dos pára-choques
pintados. |
|
A
resolução
197, publicada no
dia 31 de julho
de 2006 no Diário
Oficial da União,
determina o uso
do “dispositivo
de acoplamento mecânico
para reboque”
em veículos
com até 3.500
kg de PBT (peso
bruto total), ou
seja, em todos os
carros de passeio
vendidos no mercado
brasileiro.
O
primeiro passo para
ter o equipamento
instalado no carro
de agora em diante
será que
comprar um modelo
cujo fabricante
siga as normas estabelecidas
pelo Inmetro (Instituto
Nacional de Metrologia,
Normalização
e Qualidade Industrial).
Para isso, o fabricante
deverá demonstrar
que realizou testes
com um protótipo
para cada modelo
de engate, com um
prazo de 180 dias,
a contar da publicação
da resolução,
para se ajustar
à norma.
O
segundo é
ter um carro que
agüente rebocar
objetos. Muitos
dos veículos
que atualmente exibem
o engate não
foram projetados
para esse tipo de
serviço.
Os fabricantes e
importadores têm
um ano (365 dias)
para informar a
capacidade máxima
de tração
que seus automóveis
possuem e os pontos
de fixação
dos engates traseiros
em seus modelos.
Além
disso, os equipamentos
deverão trazer
uma “plaqueta
inviolável”
(a resolução
não especifica
de que material)
com o nome empresarial
do fabricante, CNPJ,
identificação
do registro concedido
pelo Inmetro, modelo
e capacidade máxima
de tração
do veículo
a que o engate se
destina e referência
à resolução
197. Aqui, o prazo
para ajuste é
maior: 730 dias.
As
exigências
se estendem aos
instaladores dos
engates, que de
agora em diante
serão obrigados
a seguir o procedimento
aprovado pelo Inmetro
para o serviço,
assim como identificar
na nota de venda
os dados do carro
que o receber.
E
quem já tem
engate no carro?
Quem
já colocou
o engate em seu
veículo e
o usa apenas para
proteger o pára-choque
provavelmente terá
de trocar o equipamento
por outro, verdadeiramente
funcional. Isso
porque essa é
a exigência
para continuar circulando
com o equipamento.
Segundo
a resolução
197, os engates
ou devem ser equipamentos
originais de fábrica
ou trazerem esfera
maciça, apropriada
ao serviço
de tracionamento,
tomada e instalação
elétrica
para fornecer energia
ao veículo
rebocado, dispositivo
de fixação
da corrente de segurança
do reboque, ausência
de superfícies
cortantes ou cantos
vivos na haste de
fixação
da esfera e dispositivos
de iluminação.
O
prazo para ajuste,
contado da publicação
da resolução,
é de 180
dias. Quem não
fizer nada a respeito,
ou não fizer
no prazo certo,
corre o risco de
levar cinco pontos
na carteira, por
infração
grave, com R$ 127,69
de multa e a retenção
do veículo
para regularização.
Em miúdos,
só sai com
o carro se retirar
o engate. Como a
instalação
e desinstalação
nem sempre é
fácil, convém
andar depressa.
Fonte:
www.seucarro.com
|
Outubro
Nova
Resolução
para Camper
Depois
de 30 (trinta)
anos fabricando
CAMPER no Brasil,
finalmente a
ABRACAMPING
juntamente com
o SIMEFRE, na
qual possui
dois assessores
na câmara
temática
do Denatram.
Conseguiram
a aprovação
das RESOLUÇÕES
200 e 201. na
data de 25/08/06
, que regulamenta
o CAMPER, passando
a constar como
CARROCERIA INTERCAMBIÁVEL,
esta resolução
entrará
em vigor a partir
do dia 10/03/2007.
Agora os Campers
já estão
legalizados,
bastando acrescentar
no documento
do veiculo “CARROCERIA
ABERTA/INTERCAMBIÁVEL”
|
 |
Foi
publicado em 11/09/2006
uma resolução
do Contran com o
numero 201 que modifica
esta lei, e entrará
em vigor apartir
de 10/03/2007, com
esta resolução
em vigor podemos
alterar o documentos
do veiculo para
carroceria aberto/intercambiável
("camper"),
sendo assim o Camper
Larturist passa
a infligir somente
uma lei que é
o excesso de carga,
onde devesse continuar
a usar o argumento
do direito adquirido.
Para fazer a alteração
basta apartir do
dia 10/03/2006 ir
a um posto do INMETRO
com a caminhonete/camper
ou outro posto autorizado
pelo Detran que
possa imitir o CSV.
Com esta resolução
o Camper da Marca
Motor Trailer modelo
Bongo passou a ser
100% legalizado
e sem problema de
legislação
na estrada. O Bongo
não tem problema
de excesso de carga
pois a carroceria
é uma só
e não ultrapasso
os limites do carro.
3º
Encontro Nacional
Anual Oficial
Vai Quem Quer dos
Amigos do Jão
o Bão
Transcorreu
no maior clima
de camaradagem,
solidariedade
e amizade o
3º Encontro
Nacional Anual
Oficial VAI
QUEM QUER dos
Amigos do JÃO
O BÃO,
que se realizou
de 12 a 15 de
outubro de 2006
na Fazenda e
Camping Recanto
dos Carvalhos,
em São
Lourenço,
Minas Gerais.
Os campistas
começaram
a chegar no
dia 11 com vários
tipos de equipamentos:
Motor-homes,
Trailers, Carretas-barracas,
barracas e houve
até aqueles
que ficaram
em chalés
da Fazenda.
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Já no dia
12, muita festa
e muita comida.
A campista Eli,
juntamente com sua
família e
a ajuda da mulherada
do grupo, preparou
um delicioso Bobó
de Camarão,
que foi degustado
por todos os presentes.
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No
dia 13, com
o dia livre,
muitos foram
passear na cidade
de São
Lourenço,
tomar água
e banhos no
Parque das Águas,
passear de Maria
fumaça
até a
vizinha cidade
de Soledade
de Minas. Outros
foram andar
de teleférico,
comprar doces
nas fábricas
especializadas
e almoçar
nos mais variados
restaurantes
que servem uma
deliciosa comida
mineira. Uma
parte dos campistas
fez a opção
de nesse dia
curtir as maravilhas
do camping,
tomando banhos
de cachoeira,
sauna e se refrescando
na piscina.
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Apesar
de ter chovido,
nem a chuva atrapalhou
o Encontro, pois
veio para ajudar
a refrescar o calor
intenso que permitiu
à mulherada
pegar um bronzeado.
Não faltou
também o
Sopão do
Carvalhão,
o Caldo Verde da
Eli e o tradicional
Churrasco dos Desesperados.
No dia 14, tido
como ponto alto
do encontro, aconteceu
a Chopeidança
(chope e dança)
que já é
tradicional em todos
os encontros anuais
do Jão o
Bão.
Houve
show de musica
ao vivo com
um conjunto
gentilmente
oferecido pelo
Manelão
e Henrique do
Recanto dos
Carvalhos, onde
os campistas
também
puderam apresentar
os seus dotes
musicais cantando
e tocando instrumentos
musicais.
No dia 15, logos
após
o almoço
a maioria retornou
para suas cidades,
com muita saudade
e já
se programando
para o próximo
Encontro Vai
Quem Quer dos
Amigos do Jão
o Bão,
que em breve
será
anunciado. |
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Quem quiser participar
dos Encontros ou
do grupo dos Amigos
do Jão o
Bão na internet
basta entrar no
site http://br.groups.yahoo.com/group/jaoobao/
e fazer seu cadastro.
Não existe
nenhuma taxa e nem
mensalidade, basta
ter muita vontade
de acampar e festar.
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Novembro
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ÚLTIMO
ENCONTRO VAI QUEM
QUER DOS AMIGOS
DO
JÃO O BÃO
– 2006
Ocorreu
na Fazenda Camping
Paineiras de Itu
- SP, entre os dias
15/11/2006 e 20/11/2006
o ÚLTIMO
ENCONTRO VAI QUEM
QUER DOS
AMIGOS DO JÃO
O BÃO do
ano de 2006.
Como
sempre, muitos campistas
compareceram e participaram
com os seus mais
variados equipamentos.
Motor-homes,
trailers, carreta-barracas
e barracas das
mais variadas
se fizeram presentes
embelezando
ainda mais o
Camping Paineiras
de Itu, que
recebeu o grupo
de Amigos do
Jão o
Bão com
muita cordialidade
e simpatia dando
total apoio
para que os
participantes
desfrutassem
das maravilhas
do local.
Esse encontro
foi mais uma
demonstração
de como o campismo
e o caravanismo
são formas
saudáveis
de socialização,
transformando
desconhecidos
em novos amigos
e solidificando
ainda mais velhas
amizades. |
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Tudo
ocorreu dentro
dos padrões
de excelência
que caracterizam
todos os encontros
dos amigos do
Jão o
Bão,
ou seja, muita
diversão,
bastante comida
e bebida ao
estilo “morcegão”
(onde cada um
leva um pouco)
e, claro, alegria
de sobra!!!
Mais uma vez
tivemos a oportunidade
de rever e abraçar
muitos amigos
queridos, confraternizando
com a realização
dos tradicionais
“Churrasco
dos Desesperados”
e “Afia
Dentadura”,
além
do sopão
noturno. |
Não
podemos deixar de
enaltecer a indispensável
participação
das senhoras do
grupo, que com sua
habitual dedicação
e carinho abrilhantaram
ainda mais o evento.
Foi
um encontro para
fechar 2006 com
chave de ouro e,
ao final, todos
se despediram já
pensando em quando
e onde será
realizado o primeiro
encontro de 2007!!!!
O
grupo dos Amigos
do Jão o
Bão deseja
a todos os campistas
do Brasil um feliz
Natal e um ano novo
de muito encontros
e acampamentos.

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